DISFUNÇÕES DE PROCESSAMENTO SENSORIAL NO SISTEMA VISUAL

O que é? Como funciona?

A via visual é o caminho que a informação faz até o cérebro.

Essa via é basicamente composta do olho, nervo óptico, quiasma óptico, trato óptico, núcleo geniculado lateral (LGN) e córtex visual.

A primeira célula na via visual é chamada de fotorreceptor. Esta célula está localizada na retina.

Basicamente, um fotorreceptor é uma célula sensorial especial que converte a energia da luz em um sinal para o cérebro, chamado de impulso neural. Esse impulso viaja da retina, através do nervo óptico e, ao longo da via visual, até atingir o córtex visual (localizado no cerebelo).

Cada olho vê de uma perspectiva diferente e transmite um sinal diferente para o cérebro. O córtex visual converte essa informação em uma única imagem estável – é isso que vemos.

22 Sinais de disfunção do processamento sensorial no sistema visual

Aqui estão alguns dos sinais comuns que seu filho pode estar tendo de problemas no sistema visual. Se isso se aplicar ao seu filho, é recomendável consultar seu médico ou um terapeuta ocupacional para uma avaliação.

Discriminação Sensorial ou Problemas de Percepção

Seu filho tem problemas de discriminação e percepção quando o cérebro está tendo dificuldades para interpretar e dar significado à entrada sensorial. Assim:

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28 SINAIS DE DISFUNÇÃO DO SISTEMA TÁTIL

Como funciona o sistema tátil?

Existem em nossa pele seis tipos diferentes de receptores que nos permitem sentir e perceber o toque. Esses receptores são as principais células sensoriais do sistema tátil.

Uma sensação ocorre quando os impulsos neurais desses receptores atingem o córtex cerebral. O córtex cerebral interpreta as sensações e envia um sinal de volta aos receptores, esta é a percepção da sensação – o que sentimos.

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SELETIVIDADE ALIMENTAR E O AUTISMO

O que é seletividade alimentar?

A seletividade alimentar é um problema bastante comum em crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Crianças com autismo podem ser extremamente seletivas em relação a alimentos, têm hábitos rígidos e dificuldade de provar o novo. Estima-se que 46 a 89% das crianças com TEA apresentem este problema.

Primeiramente, antes de iniciar qualquer intervenção, é importante descartar eventuais condições clínicas que possam estar gerando as dificuldades de alimentação, tais como: refluxo gastroesofágico, alergias ou intolerâncias alimentares. Qualquer problema médico subjacente deve ser tratado antes da implementação de um programa de alimentação. Enquanto estiver em andamento algum tratamento médico, pode-se proceder a uma avaliação comportamental da criança.

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