COMUNICAÇÃO FUNCIONAL EM AUTISMO

Quando percebem que seu filho tem atrasos ou dificuldades na comunicação, é natural que a pergunta “Será que ele vai conseguir se comunicar de forma funcional?” surja repetidamente — muitas vezes com intensidade emocional e ansiedade.

Neste artigo, vamos explorar o que significa comunicação funcional, quais são os marcos científicos que embasam as práticas de intervenção e como diferentes abordagens podem favorecer o desenvolvimento da comunicação da criança.

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INTEGRAÇÃO SENSORIAL DE AYRES E ESTEREOTIPIAS NO AUTISMO

A Integração Sensorial de Ayres (ISA), quando aplicada por um terapeuta ocupacional qualificado, oferece uma abordagem profunda e respeitosa para compreender e apoiar crianças autistas, especialmente em relação às estereotipias (também conhecidas como “stimming” ou comportamentos autoestimulatórios).

O ponto fundamental é que a ISA não visa “eliminar” as estereotipias, pois entende que elas são uma forma de comunicação e uma estratégia de autorregulação. Em vez disso, o objetivo é abordar a causa sensorial subjacente, ajudando a criança a regular seu sistema nervoso de maneira mais eficiente e funcional.

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TERAPIA OCUPACIONAL E INTEGRAÇÃO SENSORIAL

A forma como percebemos e reagimos ao mundo é mediada pelos nossos sentidos. Tudo é processado pelo nosso cérebro para que possamos interagir de maneira funcional. No entanto, para algumas pessoas, esse processo, conhecido como Integração Sensorial, pode não ocorrer de maneira eficiente. É nesse ponto que a Terapia Ocupacional (TO), utilizando a abordagem de Integração Sensorial de Ayres (ISA), se torna uma ferramenta essencial, especialmente no desenvolvimento infantil.

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RIGIDEZ COGNITIVA EM AUTISMO

Rigidez cognitiva, também conhecida como “pensamento inflexível”, é a dificuldade em adaptar o pensamento ou o comportamento diante de novas situações e informações novas, mudanças de opinião ou alternância entre tarefas ou atividades. É como se a mente tivesse um conjunto fixo de regras ou rotas preferidas e achasse difícil ou angustiante desviar-se delas.

Em outras palavras, é a tendência de manter rotinas, preferências e formas de fixas de agir.

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COMO O AMBIENTE INFLUENCIA NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS AUTISTAS

Para pais, cuidadores e educadores, compreender a complexa interação entre genética e ambiente é fundamental, especialmente quando se trata do desenvolvimento de crianças no espectro do autismo (TEA).

Para uma criança com autismo, o ambiente não é apenas um cenário passivo, mas uma ferramenta ativa que pode facilitar o aprendizado, a regulação emocional e a interação social, ou, ao contrário, pode se tornar uma fonte de estresse, ansiedade e sobrecarga.

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NEUROPLASTICIDADE EM AUTISMO

A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de se modificar, adaptar e reorganizar, formando novas conexões neurais ao longo da vida em resposta a experiências, aprendizagem, lesões ou desenvolvimento. Em crianças com TEA, essa plasticidade pode ser particularmente importante, pois o cérebro pode se adaptar a desafios específicos enfrentados no espectro autista, como dificuldades na comunicação social ou processamento sensorial. Isso significa que, com estímulos adequados, o cérebro de uma criança autista pode criar novas conexões neurais e fortalecer aquelas que são mais úteis para a aprendizado e desenvolvimento de habilidades. 

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7 COMORBIDADES MAIS COMUNS NO AUTISMO

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, o comportamento e as interações sociais. Além dos sintomas principais do autismo, é comum que indivíduos com TEA apresentem outras condições associadas — conhecidas como comorbidades. Essas comorbidades podem influenciar diretamente a qualidade de vida, o diagnóstico e o tratamento das pessoas no espectro.

A seguir, veja a lista das 7 comorbidades mais comuns em pessoas com autismo:

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SÍNDROME DO IMPERADOR

O que é a Síndrome do Imperador?

A síndrome é caracterizada por comportamentos de desafio, desobediência e uma necessidade excessiva de controle por parte da criança. Essas crianças demonstram pouca ou nenhuma consideração pelas regras familiares ou sociais, e frequentemente recorrem a explosões de raiva ou manipulação quando querem impor sua vontade, desejam alguma coisa ou têm uma demanda não atendida.

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TOD X TEA – DIFERENÇAS

O Transtorno Opositor Desafiador (TOD) pode ser uma comorbidade do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Isso significa que uma criança com TEA pode apresentar também o TOD como um transtorno secundário.

Tanto o TOD como o TEA são condições que podem causar comportamentos desafiadores, embora as causas sejam diferentes.

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